domingo, 29 de setembro de 2019

CIENTISTAS QUE NÃO ERAM BONS ESTUDANTES NA ESCOLA

Albert Einstein (1879-1955)

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O físico alemão, um dos maiores gênios que já passaram pela Terra, só começou a falar aos quatro anos de idade e a ler aos sete. Seus pais e professores achavam que ele tinha alguma limitação mental. O inventor da Teoria da Relatividade e ganhador de um prêmio Nobel de Física passou por várias escolas e, segundo contam seus biógrafos, detestou todas elas. O homem quem revolucionou a física simplesmente considerava tediosos os métodos de ensino da época. "Você não vai dar em nada na vida", ouviu de um professor, durante a sétima série.




Isaac Newton (1643-1727)

Sir Isaac Newton - Wikimedia commons

O cientista e astrônomo inglês não foi um aluno brilhante. Costumava tirar notas razoáveis, mas que não se esforçava mais do que o necessário nem se destacava nas aulas. Era só mais um na multidão, um tantinho preguiçoso, por sinal. Por outro lado, a leitura e a curiosidade intensas o salvaram da mediocridade. Por conta própria, começou a ler e a tomar notas sobre assuntos que o interessavam: teologia, latim, grego, ciência. Depois de uma temporada administrando muito porcamente a fazenda da família, foi enviado por um tio para estudar em Cambridge e, lá, se encontrou.


Steve Jobs (1955-2011)

Steve Jobs - Reprodução/UOL

O visionário fundador da Apple não teve uma performance digna de admiração em seus primeiros anos na escola. Nunca esteve entre os primeiros alunos da classe e era um tanto desatento. Destacava-se, porém, pela petulância e curiosidade. Certa vez, quando a professora perguntou à turma o que as crianças não entendiam no universo, ouviu de Jobs a resposta um tanto ácida" "Não entendo por quê, de repente, estamos tão falidos”.


Bill Gates

Bill Gates - Chesnot/Gettty Images


Um dos homens mais ricos e poderosos do mundo estudou até a sexta séria em uma escola pública. Ele e a irmã eram incentivados pelos pais a tirarem boas notas via permuta: ganhavam 25 dólares quando os resultados saíam satisfatórios. Bill, que admitiu nunca ter sido um bom aluno, sempre recebia menos dinheiro. Isso não o impediu de entrar na Universidade de Harvard (EUA) com 18 anos de idade. Lá, chegou a dizer a um professor que viraria milionário antes dos 30. Ele abandonou a faculdade aos 21 para fundar com Paul Allen, amigo e sócio, a Microsoft. Aos 31, tornou-se bilionário.


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